Jó
onde está então a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver?
— Jó 17:15
Se eu olhar o Seol como a minha casa, se nas trevas estender a minha cama,
se eu clamar à cova: Tu és meu pai; e aos vermes: Vós sois minha mãe e minha irmã;
Acaso descerá comigo até os ferrolhos do Seol? Descansaremos juntos no pó?
Dialogo poetico sobre o sofrimento do justo e a soberania de Deus.