Capitulo

Jó 21

Leia todos os 34 versiculos de Jó 21.

Versiculo 2 Ver versiculo

Ouvi atentamente as minhas palavras; seja isto a vossa consolação.

Versiculo 3 Ver versiculo

Sofrei-me, e eu falarei; e, havendo eu falado, zombai.

Versiculo 4 Ver versiculo

É porventura do homem que eu me queixo? Mas, ainda que assim fosse, não teria motivo de me impacientar?

Versiculo 5 Ver versiculo

Olhai para mim, e pasmai, e ponde a mão sobre a boca.

Versiculo 6 Ver versiculo

Quando me lembro disto, me perturbo, e a minha carne estremece de horror.

Versiculo 7 Ver versiculo

Por que razão vivem os ímpios, envelhecem, e ainda se robustecem em poder?

Versiculo 8 Ver versiculo

Os seus filhos se estabelecem à vista deles, e os seus descendentes perante os seus olhos.

Versiculo 9 Ver versiculo

As suas casas estão em paz, sem temor, e a vara de Deus não está sobre eles.

Versiculo 10 Ver versiculo

O seu touro gera, e não falha; pare a sua vaca, e não aborta.

Versiculo 11 Ver versiculo

Eles fazem sair os seus pequeninos, como a um rebanho, e suas crianças andam saltando.

Versiculo 12 Ver versiculo

Levantam a voz, ao som do tamboril e da harpa, e regozijam-se ao som da flauta.

Versiculo 13 Ver versiculo

Na prosperidade passam os seus dias, e num momento descem ao Seol.

Versiculo 14 Ver versiculo

Eles dizem a Deus: retira-te de nós, pois não desejamos ter conhecimento dos teus caminhos.

Versiculo 15 Ver versiculo

Que é o Todo-Poderoso, para que nós o sirvamos? E que nos aproveitará, se lhe fizermos orações?

Versiculo 16 Ver versiculo

Vede, porém, que eles não têm na mão a prosperidade; esteja longe de mim o conselho dos ímpios!

Versiculo 17 Ver versiculo

Quantas vezes sucede que se apague a lâmpada dos ímpios? que lhes sobrevenha a sua destruição? que Deus na sua ira lhes reparta dores?

Versiculo 18 Ver versiculo

que eles sejam como a palha diante do vento, e como a pragana, que o redemoinho arrebata?

Versiculo 19 Ver versiculo

Deus, dizeis vós, reserva a iniqüidade do pai para seus filhos, mas é a ele mesmo que Deus deveria punir, para que o conheça.

Versiculo 20 Ver versiculo

Vejam os seus próprios olhos a sua ruína, e beba ele do furor do Todo-Poderoso.

Versiculo 21 Ver versiculo

Pois, que lhe importa a sua casa depois de morto, quando lhe for cortado o número dos seus meses?

Versiculo 22 Ver versiculo

Acaso se ensinará ciência a Deus, a ele que julga os excelsos?

Versiculo 23 Ver versiculo

Um morre em plena prosperidade, inteiramente sossegado e tranqüilo;

Versiculo 24 Ver versiculo

com os seus baldes cheios de leite, e a medula dos seus ossos umedecida.

Versiculo 25 Ver versiculo

Outro, ao contrário, morre em amargura de alma, não havendo provado do bem.

Versiculo 26 Ver versiculo

Juntamente jazem no pó, e os vermes os cobrem.

Versiculo 27 Ver versiculo

Eis que conheço os vossos pensamentos, e os maus intentos com que me fazeis injustiça.

Versiculo 28 Ver versiculo

Pois dizeis: Onde está a casa do príncipe, e onde a tenda em que morava o ímpio?

Versiculo 29 Ver versiculo

Porventura não perguntastes aos viandantes? e não aceitais o seu testemunho,

Versiculo 30 Ver versiculo

de que o mau é preservado no dia da destruição, e poupado no dia do furor?

Versiculo 31 Ver versiculo

Quem acusará diante dele o seu caminho? e quem lhe dará o pago do que fez?

Versiculo 32 Ver versiculo

Ele é levado para a sepultura, e vigiam-lhe o túmulo.

Versiculo 33 Ver versiculo

Os torrões do vale lhe são doces, e o seguirão todos os homens, como ele o fez aos inumeráveis que o precederam.

Versiculo 34 Ver versiculo

Como, pois, me ofereceis consolações vãs, quando nas vossas respostas só resta falsidade?