Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas uma guarda?
— Jó 7:12
Jó
Sou eu o mar, ou um monstro marinho, para que me ponhas uma guarda?
— Jó 7:12
Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar o conhecerá mais.
Por isso não reprimirei a minha boca; falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma.
Quando digo: Confortar-me-á a minha cama, meu leito aliviará a minha queixa,
então me espantas com sonhos, e com visões me atemorizas;
Dialogo poetico sobre o sofrimento do justo e a soberania de Deus.